Vivendo em condomínio - Correio do Síndico

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15 de fevereiro de 2018

Vivendo em condomínio

Nos últimos anos, especialmente nos maiores centros urbanos, inúmeros fatores estão contribuindo para o nascimento de novos Condomínios, que cada vez mais abrangem um número maior de unidades, áreas de lazer, serviços e outros atrativos

E, os Condomínios mais antigos, seja por necessidade legislativa e/ou até mesmo para não sofrer com a desvalorização, estão sofrendo modificações para continuar sendo atrativos e competitivos com o mercado.

Porém, viver em condomínio não é tão fácil quanto parece, na verdade considero uma das mais difíceis formas de viver em Sociedade. E vou além, viver em Condomínio é um exercício de cidadania!

A própria existência de regras específicas para cada comunidade condominial, Convenção de Condomínio e Regimento Interno, evidencia o quão complexo é o assunto.

E os entraves são decorrentes das próprias dificuldades em respeitar as regras, opiniões contrárias e diferenças comportamentais inerentes ao próprio ser humano. E quanto maior for o número de unidades, as chances do Condomínio contemplar maior quantidade de pensamentos diversos será maior.

Isso porque, cada condômino e/ou frequentador do Condomínio é um ser humano possuidor de opiniões próprias sobre os mais diversos assuntos e é detentor de peculiar forma de reagir quando alguma situação não lhe é favorável. Ou seja, a própria miscigenação de comportamentos em um pequeno espaço territorial e a obrigatoriedade de aplicar regras de convívio social pode acarretar conflitos nas mais diversas formas e intensidade.

Ademais, os problemas frequentemente enfrentados no que tange as relações interpessoais e descumprimento de regras em um Condomínio é reflexo da própria Sociedade, mas em um pequeno espaço territorial, com o agravante de que no Condomínio, quando há intriga pessoal, a chance das partes continuarem se encontrando é elevada, ao ponto de sempre aflorar sentimentos difíceis de lidar.

E até as regras que parecem mais inofensivas podem ser prejudiciais, por exemplo, o uso de funcionários para proveito próprio. Assim, em que pese constar em várias convenções e regimentos a proibição do uso de funcionários especialmente no horário de trabalho, não são raros casos em que um morador solicita a presença do funcionário para desentupir um ralo ou qualquer outra intervenção extremamente simples.

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